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NotŪcia - 02/04/2015 - Dom√©stica acusa funcion√°rio da OIT de submet√™-la √† escravid√£o
02/04/2015 - Doméstica acusa funcionário da OIT de submetê-la à escravidão

Homem tem alto escalão na Organização Internacional do Trabalho.
Etíope de 25 anos disse que era espancada e não recebia salário.

Da France Presse

Um funcion√°rio de alto escal√£o da Organiza√ß√£o Internacional do trabalho (OIT) baseado em Bangcoc e sua esposa est√£o sendo investigados depois que uma empregada et√≠ope os acusou de escravid√£o e abusos f√≠sicos, anunciou nesta quarta-feira (1¬ļ) a pol√≠cia tailandesa.
A jovem, de 25 anos, apresentou uma den√ļncia contra seus empregadores acusando-os de espanc√°-la e obrig√°-la a trabalhar durante dois anos sem receber sal√°rio em sua resid√™ncia em uma luxuosa col√īnia de expatriados em Nonthaburi, uma cidade sat√©lite da capital tailandesa, segundo a pol√≠cia.
O funcion√°rio internacional e sua mulher "foram acusados de tr√°fico de seres humanos, de enganar (sua funcion√°ria) para que trabalhasse sem receber pagamento e de abusos", declarou √† AFP o coronel Mana Tienmaugpak, respons√°vel pelas investiga√ß√Ķes da delegacia de Pakkred, em Nonthaburi.
Acrescentou que no momento n√£o h√° acusa√ß√Ķes apresentadas contra o casal, mas que eles ser√£o interrogados na pr√≥xima semana.
O advogado da empregada dom√©stica, Surapong Kongchantuk, do Conselho de Advogados da Tail√Ęndia, confirmou que sua cliente havia trabalhado para "um representante de alto escal√£o da OIT" de julho de 2013 ao in√≠cio de mar√ßo deste ano.
"Não recebeu salário. Trabalhava das cinco da manhã à meia-noite todos os dias. Dormia em um quarto pequeno fora da casa com um cachorro. Só comia arroz e não podia se relacionar com outras pessoas", explicou o advogado à AFP.
Seus empregadores haviam prometido a ela sal√°rios mensais de 3.000 baht (US$ 92) que nunca foram pagos.
A funcion√°ria conseguiu fugir ao ser resgatada na rua depois de tentar se suicidar e foi ajudada por uma ONG local, explicou Surapong.
Uma porta-voz da OIT em Bangcoc confirmou que a organiza√ß√£o conhecia as acusa√ß√Ķes e que elas estavam sendo investigadas.

Fonte: G1
 
 
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