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Notícia - 04/11/2015 - Problemas para emitir a guia do eSocial continuam
04/11/2015 - Problemas para emitir a guia do eSocial continuam

O prazo final para pagar o simples doméstico sem multas acaba nesta sexta (6). O governo gastou R$ 6,6 milhões para desenvolver o programa.

Falta pouco tempo para o prazo final para pagar o simples doméstico sem multas: sexta-feira (6). E os problemas para emitir a guia que junta todos os tributos em um único boleto continuam.
Dez clientes deixaram os documentos dos empregados domésticos com a contadora Camila Cabral. O problema é que agora eles estão cobrando as guias de pagamento e ela não consegue emitir. “Estou com uma lista de telefone para dar retorno se eu consegui ou não. Está todo mundo preocupado”, diz.
Demora e quando chega à página de emissão, trava tudo. Foi assim nos últimos dois dias. O jeito vai ser montar um esquema especial no escritório, virar a noite, para não deixar nenhum cliente na mão.
Desde o dia 1º de novembro, a Receita Federal disse que os boletos poderiam ser impressos, mas o sistema está dando problema. O governo gastou R$ 6,6 milhões para desenvolver o programa de computador do eSocial.
A Receita Federal passou a manhã desta quarta-feira (4) monitorando o sistema. Cerca de 220 mil pessoas conseguiram imprimir os boletos até às 11h. Esse número ainda é baixo diante da quantidade de trabalhadores inscritos no eSocial: mais de 1,1 milhão empregados domésticos. E o imposto vai vencer já na sexta-feira (6). A multa para quem perder o prazo é de 0,33% ao dia.
O secretário da Receita Federal Jorge Rachid reafirmou que a data de pagamento está mantida. “Prorrogar prazo de pagamento não podemos, porque está na lei”, declarou.
A Ordem dos Advogados do Brasil vai pedir formalmente ao governo a prorrogação do prazo. O advogado Jacques Veloso diz que o que não pode é sobrar para o contribuinte. “O que não pode é impor para nós a responsabilidade que é do próprio estado. Se o estado errou, se o governo errou e o sistema não está funcionando. Nós, contribuintes, não podemos ser punidos por isso”, diz.

Fonte:Jornal Hoje
 
 
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